História da Lousa

 

 

          Todos guardam em sua memória da sala de aula a presença significativa do quadro-negro. Considerado uma peça essencial do mobiliário escolar, povoa o imaginário de nossos tempos de escola.Essas recordações despertam lembranças alegres.

A lousa e o giz é uma das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) mais antigas em todo mundo e a mais conhecida pelos professores. Tão antigas e familiares que raramente um curso de magistério ou licenciatura ensinam a utilizá-las, talvez por achá-las simples ou óbvias demais. O professor utiliza esses recursos reproduzindo o que viu outros professores fazerem e estes, por sua vez, também imitaram outros numa sucessão infinita de aprendizagem por imitação. A lousa branca e a eletrônica parecem que estão seguindo na mesma tradição.

 

 

Uma das primeiras formas que o ser humano encontrou para deixar seus vestígios foi a pintura. A arte rupestre consistiu na maneira utilizada para se ilustrar sonhos e cenas do cotidiano. Símbolos da vida, da morte, de céu e da terra foram encontrados nas paredes cálidas das cavernas. Podemos considerar que a pintura rupestre foi também a primeira forma intelectual de expressão. A arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, são termos dados às mais antigas representações artísticas conhecidas, as mais antigas datadas do período Paleolítico Superior (40.000 a.C.) gravadas em abrigos ou cavernas, em suas paredes e tetos rochosos, ou também em superfícies rochosas ao ar livre, mas em lugares protegidos, normalmente datando de épocas pré-históricas.

 

A grande lousa fixa na parede de frente para os alunos é uma invenção relativamente recente. Pequenas placas polidas de ardósia (uma pedra escura hoje usada como piso) foram usadas durante séculos pelos alunos, em casa ou em sala de aula, para praticar leitura, escrita e matemática. Facilmente apagáveis, eram um substituto barato para o papel e a tinta – recursos caros para serem desperdiçados. Em 1800, James Pillans, diretor da Escola Superior de Edimburgo, na Escócia, querendo mostrar mapas maiores nas aulas de geografia teve a ideia de unir várias placas de ardósia formando um grande quadro. No ano seguinte, Goerge Baron, professor de matemática, fez a mesma coisa para escrever equações e fórmulas a um público maior. A partir de então, o uso dessas lousas de pedra espalhou-se rapidamente. Em 1809, todas as escolas públicas da Filadélfia, nos Estados Unidos, já adotavam a nova tecnologia.

Sabendo usar essa tecnologia 

              O quadro é o ponto de atenção da aula. Como não lembrar da aula de química em que professor e giz, perfeitamente sincronizados, explicam e desenham o átomo e, de repente, o giz aponta o centro no exato momento que o professor diz “núcleo”. Quanta tecnologia, didática e conhecimento prático existem nesse exemplo de uso da lousa e do giz? Longe de serem ultrapassadas, essas tecnologias simples e de baixo custo exigem técnica e conhecimento pedagógico para se tornarem eficientes. São um poderoso recurso didático de visualização do conteúdo mas, para isso, é preciso que o professor tenha claro que conteúdo o aluno vai visualizar na lousa.

Inovação

 


 

A Lousatec, empresa especializada em lousas, visa seus esforços diariamente e arduamente para inovar em seu ramo. Com mão de obra especializada, atendimento personalizado e produtos de altíssima qualidade, a Lousatec possui em catálogo diversos produtos, que encaixa perfeitamente para cada necessidade do dia a dia.

 

 
Referências:

http://www.scielo.br/pdf/er/n49/a08n49.pdf

https://ensinarhistoriajoelza.com.br/lousa-e-giz-voce-aproveita-bem-essa-tecnologia/

http://www.seer.ufu.br/index.php/che/article/view/391/372

 

 

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